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Mostrando postagens de novembro, 2020

Retratos do pai

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Desde que me vi obrigada a ficar confinada comecei a pintar auto retratos e retratos da família e fazendo o que denominei " Album da pandemia". Tinha guardado fotos antigos que não são em muita quantidade coisa que tem me levado a ir e vir no tempo, lembrando passagens vivenciadas .Depois que o pai se foi tem feito parte do meu luto olhar fotos dele, desenhar, rir e chorar .Gostaria muito  que pudessemos rasgar nossas memórias familiares de várias formas e, esse blog foi criado para essa recolha. Até agora aguardo esses retalhos...será que estão vasculhando o baú? Temos de aprender a inserir fotos ( eu sou péssima pois não tenho arquivo de fotos) e compartilhar as imagens .Vamos lá ,gente, peçam ajuda aos jovens e vamo que vamo, não quero ficar só nessa empreitada!

Retalhos de todas as cores, tamanhos e formatos

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Nesse período de 8 meses de reclusão em que ficamos impedidas de contatos ao vivo, nós como muita gente, começamos a folhear fotos e vimos como nossa memória foi ativada. Eu e meus irmãos ,nos encontros virtuais, estamos sempre lembrando de fatos bem antigos e de passado recente e nos surpreendendo com as histórias, algumas engraçadas, outras emocionantes. Até filmes que vimos em preto e branco na infância viraram assunto e comentários calorosos. Quando nosso pai começou a dar mostras de nos deixar - e realmente "encantou-se" em 3 de novembro -os 6 filhos nos reunimos e aí sim, mil lembranças vieram ã tona. Foi entào que decidimos criar esse blog para, de retalho em retalho, registrar nossas (con)vivencias. Convidamos tod@s cunhad@s, sobrinh@s, net@s a darem seus pontinhos contribuindo com seus pedaços de memória e compor uma colcha enorme e colorida! Rió

Começando este blog

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  Primeiras palavras Primeiras sensações Primeiros registros Primeiros retalhos Este é o espaço que nós Kayanos & Cia vamos rechear de lembranças e de espaços de memória, grandes e pequenas, que fazem parte desta trajetória de ser desta família tão única. Vivemos atualmente um momento de luto com a partida de nosso querido Keiji Kayano, no caso meu Ditchan, que com 102 anos decidiu parar de comer e bebericar e foi descansar, com a paz que tanto fez por merecer (eu escrevi no meu blog sobre isso). A dor fica nos que aqui permanecem, na vontade de estar junto, como nesta foto, na saudade de risadas conjuntas e de quando podíamos nos apertar sem medo de respirar ao mesmo tempo... coisas da pandemia. Bem, fui uma mera ponte entre a tecnologia e meus tios e tias, quem sabe primas? Espero que muitos registros sejam feitos neste blog!!!