Nova identidade : ser sogra e avó

Com a partida dos pais, tenho pensado muito na ancestralidade, fiquei com a sensação de que um fio se quebrou , querendo sentir melhor como viveríamos a continuidade herdada dos nossos pais.

Hoje, dia 25 de março está fazendo 15 anos que Mimi se casou lá em Sevilha : ganhei o Mig como genro, virei sogra! Na manhã desse mesmo dia " Mimi nos deu a notícia da gravidez...foi uma emoção enorme, ficamos nos abraçando no meio da rua..." ( do meu diário ): eu seria avó ! Então pensei : isso é ancestralidade, continuidade das gerações. O fio não se quebrou, rastros foram deixados pelos pais, pelos pais dos pais, agora nós estamos com o bastão dos mais velhos e, assim é a vida ! Paulinha vai fazer 15 anos em novembro e eu já incorporei em mim ser sogra, ser avó com ares de experiente. 

Registro aqui a lembrança desse dia com muita alegria e emoção.

Rio

Vou postar a foto tirada quando Mimi estava se arrumando de noiva e já carregando dentro dela a Paulinha.


Comentários

  1. Aaaiii... que emocionantes, o texo e a foto.
    Eu ainda não parei para pensar a fundo no meu papel de sogra nem de avó, mas acho que devo começar com essas reflexões. Aliás, estou atrasada, pois daqui a uma semana completo 72 anos !

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Resgatando

Dia 5 é dia de lembrar e reverenciar a mãe

Uai, cadê o Pai?